Preciso
das tuas exposições
solares e noturnas
esclarecendo meus
absurdos mudos,
aborrecendo o infeliz,
grato e gentil
sentimentalóide.
Preciso
das tuas faces
claras e incógnitas
rememorando
a tua bondade sádica,
passível e normal,
narciso-psicótica
do teu bem querer.
Preciso
do ar puro e perfeito
dos teus vícios
invadindo meu
triste e casto prazer.
Preciso
do irracional e do louco
das tuas desvairadas razões,
além da alma
sobrehumana e andróide.
Preciso da tua imprecisão.
Fevereiro de 1992
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Ola Cida,
ResponderExcluirMeu portugues e ruim mas entendi o ritmo e os sentimentos de sua poesia.Espero de ler aqui a poesia que voce escreveu nos ultimos anos se for possivel.
Tenha otima semana!
Slobodan